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Delegação da CPLP visita JUE

Delegação da CPLP visita JUE

09 abril 2014

Para se familiarizarem do grau de implementação da Janela Única Electrónica (JUE) em Moçambique, os participantes da IX Reunião do Grupo de Trabalho de Alto Nível das Administrações Aduaneiras da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa, visitaram, quarta-feira última, o Centro de Operações da JUE em Maputo.

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De referir que os delegados ao encontro acima encontram-se em Maputo, a participar numa reunião de balanço das actividades realizadas no ano passado e a analisar o grau de realização das actividades agendadas para 2014 com particular ênfase na preparação da reunião de directores-gerais das Alfândegas da organização a ter lugar em Outubro próximo na capital angolana.

“A visita à Janela Única Electrónica tinha em vista dar a conhecer aos nossos colegas da CPLP o que está a acontecer no âmbito da modernização das Alfândegas em Moçambique, que é um dos grandes aspectos que a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a Organização Mundial das Alfândegas recomendam”, explicou Aly Mallá, director-geral adjunto das Alfândegas de Moçambique para a Área de Organização e Métodos.

Como todas as Alfândegas, duma maneira geral, estão a proceder à modernização das suas administrações aduaneiras, conforme referiu o director Mallá, “nós não queríamos deixar passar este momento sem darmos a conhecer o que as Alfândegas de Moçambique estão a fazer nessa área”.

Por sua vez, Francisco Curinha, director dos Serviços de Cooperação e Relações Institucionais da Autoridade Tributária e Aduaneira de Portugal e secretário-geral da Conferência das Alfândegas dos Países da CPLP, disse que com a visita “procurou-se conhecer a realidade de Moçambique no que diz respeito à implementação da JUE, como também permitir que todos os gestores das Alfândegas presentes pudessem colocar questões e verificar o grau de implementação do sistema em Moçambique”.

“Nós procuramos que dentro do que constitui o enquadramento das Alfândegas dos oito países da CPLP haja uma melhoria na capacitação”, indicou Francisco Curinha, realçando que “a JUE e o Operador Económico Autorizado são ferramentas utlizadas pela OMA, que procura que todas as partes contratantes, que são 179, neste momento, utilizem o mais possível os dispositivos que permitem melhorar e aumentar as correntes do comércio”.

“Nunca como hoje as correntes do comércio foram tão visadas, assim como nunca como hoje são necessárias para acelerar o processo de melhoria da economia mundial”, frisou Francisco Curinha.